Mar 262013
 

Hora de falar um pouco sobre biologia. E tecnologia. E a melhor parte: ambos ao mesmo tempo!

Creio que muitos já ouviram falar da poluição das águas com plásticos, certo? Quem vai à praia certamente já viu os belos cardumes de Garrafas Plásticas Pintadas ou as majestosas Sacolas Plásticas dos Galápagos nadando livremente por aí, certo? Pois é. Essa bela fauna existe por conta dos plásticos que utilizamos e que são jogados fora de qualquer jeito.

Não vou ficar falando aqui sobre a importância de reciclar plásticos, porque isso certamente todo mundo já ouviu falar. E nem vou tentar discutir sobre o porquê fazer isso, pela mesma razão. Hoje vou falar sobre uma solução que fiquei sabendo hoje mesmo.

Mas antes, uma pergunta: quem já ouviu falar do continente de plástico? Acho que nem foi tanta gente assim, então uma breve explicação.

Clicando neste link do Google Maps vocês verão a região onde encontra-se o tal do “vórtice de lixo do pacífico” (tradução minha de “Pacific Trash Vortex”). No Gmaps, infelizmente, não tem como ver o tal do continente, mas acredite em mim que ele está lá. A Wikipedia tem algumas informações sobre ele. O link está em inglês, porque o link em português está bem fraquinho.

A explicação para tal concentração de lixo neste local é que o lixo coletado nos corpos d’água dos continentes (rios e mares, por exemplo) é levado ao oceano, como quem prestou nas aulas de ciências da escola deve lembrar. Sabe, aquele tal de “Ciclo da Água” que a professora falava enquanto você respondia o caderno de perguntas, alimentava seu Tamagoshi ou olhava o Facebook/Orkut no celular (dependendo de sua idade).

Uma vez que este lixo alcança os oceanos, as Correntes Maritmas levam elas para um passeio. Mais ou menos como Marlin, o pai do Nemo, pegando uma carona com as tartarugas surfistas na animação da Pixar. Mas, diferente o peixe-palhaço da animação, o lixo não está em uma missão pessoal, ele está só lá, sendo isso mesmo: lixo. Esse lixo fica lá, passeando nas correntes e começa a se concentrar em algumas áreas, como a do link que mandei, no Oceano Pacífico, e em outros locais, como no Oceano Atlântico. Se não me engano existem cinco destes “continentes” boiando pelo planeta.

Por que eu chamo isso de continente? Bem, tente lembrar de quanto lixo você vê naquele pequeno pedaço de praia que você visita no feriado. Multiplique aquilo pelo número de praias no planeta. Viu quanto lixo? É… Mas isso é só uma parte, só a parte que vemos. Pense nisso se acumulando durante algumas décadas, e talvez você tenha uma noção da quantidade de lixo que está lá, navegando feliz da vida nos oceanos.

Sem querer me esticar mais nisso, agora pense no quanto tudo isso de lixo influencia na vida maritma. Yep, isso tudo mesmo. Na verdade, bem mais do que isso, porque o oceano não tem só golfinhos, tartarugas e baleias azuis. Tem uma quantidade considerável de vida nos oceanos, e toda essa vida desenvolveu-se SEM a presença de plásticos. A vida se adapta? Certamente. Mas ela se adapta a uma situação nova, mas não é fácil se adaptar a uma situação nova que só aumenta de tamanho.

Eis que um garoto de 14 anos, lá dos Países Baixos (Holanda), teve uma ideia interessante para limpar os oceanos do plástico que jogamos por aí. Ou, pelo menos, diminuir o impacto já causado. Boyan Slat pensou em um sistema que captura o plástico que está boiando por aí e o armazena fora da água.

O sistema que ele projetou (e agora, com 19 anos, tenta tocar convidando quem se importa) baseia-se no conceito que o equipamento produziria sua própria energia (solar ou a partir das correntes e ondas), o que não poluiria como utilizar embarcações para recolher o lixo, e usaria bóias no lugar de redes, de forma que não haveria captura acidental de fauna oceânica, entre outras vantagens.

Quer conhecer o sistema que ele desenvolveu? Basta clicar no link boyanslat.com e dar uma olhada. Está tudo em inglês, mas não é exatamente difícil de compreender para quem tiver o mínimo de conhecimento.

A filosofia dele, que eu achei bem interessante, e que o levou a fazer este projeto é esta: “It will be very hard to convince everyone in the world to handle their plastics responsibly, but what we humans are very good in, is inventing technical solutions to our problems. And that’s what we’re doing.” (minha tradução: “Será bem difícil convencer todas as pessoas do mundo a cuidar de seu plástico com responsabilidade, mas se há algo que os humanos são bons, é em criar soluções tecnológicas para nossos problemas. E é isso que estamos fazendo.”)

A primeira coisa que eu consegui fazer para ajudar é espalhar a ideia. Se você leu até aqui, consegui espalhar para ao menos uma pessoa. Se você que está lendo quiser ajudar a espalhar, nem precisa “perder tempo” escrevendo, pode só mandar o link deste texto (ou diretamente do projeto) pra frente. Simples assim.

 Posted by at 11:17
Oct 312011
 

Este texto foi escrito a pedido da Thaísa, do blog Donas de Casa que jogam WoW. Achei que valia colocar aqui também. ^^

Existem duas formas de avaliar um conteúdo de blog. Ok, existem várias, mas para meu texto, vou comparar as duas principais.

A primeira, mais óbvia, é a de pageviews. Para quem não conhece, vou explicar de forma rápida, simplista e resumida: é o número de visitas ao blog. Isso é válido para qualquer página da internet. Se vc tem uma página que é muito visitada, ela terá mais pageviews e, portanto, ela tem muita visitação.

É uma forma importante de visualizar o quanto o assunto (ou o conteúdo da página) é relevante para o público do blog/site. Se uma área sobre "novidades" é a área mais acessada, então é a que deve ter mais atenção por parte de quem publica.

Assim, o recurso de pageviwes (e outros contadores) é um recurso muito importante para quem publica. Mas existe outra forma.

Esta segunda forma são os comentários. É claro que não há como existir mais comentários que pageviews, e provavelmente deve ser coisa de 1% das pessoas que visitam as que comentam um conteúdo. Mas, para quem cria o conteúdo, é a melhor forma de avaliar o trabalho.

Pense assim: uma página de novidade é criada, na maioria das vezes, de forma dinâmica, ou seja,sem a intervenção direta do autor. Assim, como é possível avaliar de forma qualitativa o trabalho do autor? Exatamente! Pageviews são quantitativos, e comentários são qualitativos.

Para quem cria, a melhor forma de avaliação são os comentários. Mesmo os negativos são bem vindos; às vezes até mais do que os "ah, legal!" que aparecem por aí. Comentários dão uma noção que não apenas estão visitando o conteúdo, mas também estão lendo, aproveitando e, com sorte, curtindo. Além de mostrar o que os leitores do blog (ou visitantes da página) querem ver, o que mais gostam e tal.

Então, quando estiver lendo um blog que gosta, com conteúdo interessante, comente. Autores são pessoas que, como a maioria, gostam de um incentivo, apreciam uma boa crítica (boa ou ruim).

 Posted by at 09:34
Oct 262011
 

Quem me conhece sabe o quanto eu gosto da Nokia. E do Windows.

E quem lê notícias sobre o Windows Phone 7 deve imaginar que vem algo bastante bom.

A Nokia finalmente anunciou o novo telefone deles usando o OS da Microsoft: o Nokia Lumia.

Não vou entrar em detalhes técnicos, pois basta clicar no link que abre uma página falando dos dois modelos, o Lumia 800 e o 710. Parevem muito legais, e tem o design que eu gosto dos últimos espertofones deles. \o/

E lançando logo, o que é ótimo. Pena que aqui, em terras descobertas pelos grandes desbravadores europeus há alguns séculos, só chegará ano que vem. Mas tudo bem, preciso terminar de pagar o cel atual mesmo! =P

o/

 Posted by at 09:20
Oct 102011
 

É difícil dar opinião hoje em dia.

Ok, sempre foi um tanto difícil, mas noto que é cada vez mais difícil dar sua opinião sem ser linchado. Mesmo que apenas verbalmente. É tão difícil quanto fazer humor, onde é cada vez mais complicado saber quando se passou a linha do “politicamente correto”. Mas não entrarei nesta discussão. Não em um meio como a internet, e não agora.

Explico o porquê deste post: o jogo que mais jogo atualmente (World of Warcraft, da Blizzard) está sendo localizado. Aliás, se você lê sobre essas coisas, sabe que está até meio que terminando, inclusive. Então, como todo bom produto localizado, ele não apenas foi traduzido, como foi adaptado à realidade da língua e local a que foi realizado: no caso, esse Brasil varonil.

A tradução, gerenciada pela própria desenvolvedora do jogo, está indo a bom termo, e está muito boa, pelo que vi. As dublagens, e tem boas centenas de horas de áudio no jogo, também está bem traduzida e dublada; pegaram dubladores muito bons para fazer as vozes.

Mas, e sempre tem um “mas”, eu não gostei muito. Ok, explicando melhor: eu não gostei das traduções dos nomes dos personagens e dos lugares. O restante eu gostei, e obviamente, incentivo. Acho que, para quem não tem acesso ao inglês, por qualquer razão que seja, é uma ótima notícia.

Só que eu me incomodei muito. Pra mim, é como assistir ao Duro de Matar (Die Hard) e ver o João da Linha (tradução minha, livre e exagerada de John McClane) matando os bandidos. Claro que isso não aconteceu, mas para mim, é quase isso. Traduziram nomes como “Garrosh Hellscream” para “Garrosh Grito Infernal”. Está incorreto? Não. Está estranho? Sim. É como traduzir “Dan Brown” para “Dani Marrom”.

Brown é um sobrenome, que deriva de uma palavra comum. No caso anterior, o nome de uma cor. No caso do personagem, uma característica do personagem, de onde derivou seu sobrenome. E isto sim me incomoda.

Então, agora que expliquei, faço um pedido às pessoas que leram isso, sejam quem forem: entendam que eu não ODEIO tradução. Entendam que eu PREFIRO o original. E que “preferir” não significa “não gosto do outro”. Existem muitos tons de cinza entre o preto e o branco.

Au revoir! o/

 Posted by at 12:47
Sep 192011
 

Estamos vivos, seus imprestáveis filhos de moluscos preguiçosos!!!

É dia do pirata hoje, então esperem que eu pragueje muito! yarrr!!

Estamos de volta à esta terra de riquezas, rum e carnaval! E não vemos a hora de ir embora! Har har har!

Mais dois dias de velas diminuidas, mas logo os ventos nos levarão rumo aos nossos caminhos.

Então aproveitemos a calmaria, e que o rum, as carnes e as mulheres fáceis venham!! (apanha da Carol)

Yo-ho-ho!!

 Posted by at 11:46
Jul 122011
 

Ok, não precisamos nos gabar disso, mas é um fato. Estamos vivos!

Sem tempo, correndo mais que baratas tontas em chuva de chinelo, mas estamos aqui! E, de novo, fica a pergunta: de onte eu tiro essas comparações?

Bom, estou novamente com um projeto de fanfic pra WoW. E vou postar, claro, mas com algum espaçamento para ter um mínimo de posts por ano aqui. =P

Porque eu tenho tantos projetos de fanfic pra wow? Simples: eu me baseio no que ocorre ingame pra mim, e volta e meia algo muda.

Tentei fazer o começo da vida em Azeroth da minha shaman, mas dava um trabalho considerável tirar as fotos, e escrever e tal. Ainda quero fazer isso de novo, mas exige um tempo que eu não tenho mais. ):

Eu tentei também retratar o período que eu passei em outro servidor na fanfic da Lysanthia, mas eu voltei pro server de RP, então a fic teve um fim diferente do esperado. Mas foi interessante.

E agora estou escrevendo a história da minha guilda no Wyrmrest Accord, a Burning Rose. E quero escrever isso na forma de fanfic, que eu curto.

Me desejem sorte, pq haja tempo! E ele está cada vez mais escasso! /o\

Elune adore.

o/

 Posted by at 09:27
Jun 212011
 

Pois o casal que escreve neste blog faz, hoje, 3 anos de casados (oficialmente).

Por que oficialmente? Oras, como muitos casais, moramos juntos antes de realizar a união reconhecida pelo Estado. Foi pouco mais de um ano morando juntos até a perda total do juízo da Carol, quando finalmente realizamos a cerimônia, cheia de parentes e com vários amigos.

Não vou ficar aqui falando o quanto amo a Carol, o quanto ela me faz feliz, porque quem nos conhece (e é a maioria das pessoas que lê este blog) deve saber isso de ver. Assim como possivelmente ela não o fará, mas não ponho minha mão no fogo por ninguém. Afinal, dói. =P

Mas queria deixar registrado isto, para que todos vejam.

Mas, como eu preciso deixar algo pra ela lembrar o quando eu estimo esta pobre fadinha que tem que aturar um lobo mal humorado, ainda que geralmente divertido:

 

bolo

Beijos, Cá! Todos.

 Posted by at 09:23
Jun 082011
 

Reclamar é fácil. Qualquer um faz e, quem me conhece, sabe que eu nasci velho neste aspecto.

Mas algo que geralmente não fazemos, e deveríamos, é elogiar quando merecido. E isso eu taço também.

Por quê estou falando isso, pergunta você, ávido leitor. Eu respondo: pelo que passei com a Locaweb hoje. Isso, a empresa que hospeda este blog que você está lendo.

Vou resumir o que rolou, copiando e colando o que aconteceuno twitter, marcando como tempo inicial (t=0) meu comentário sobre o meu domínio estar fora do ar. O tempo é em minutos, certo?

Ok, meu site na #locaweb está fora do ar e o chat não funciona no Chrome. Cheirando a incompetência, não?” (t = 0)

@gjapiassu Olá! Qual o domínio em questão por favor? #locaweb” (t = 15″) (via PM)

ok, ponto positivo para a #locaweb. Me mandaram PM perguntando no que podem ajudar! Nem parece Brasil!” (t = 16″)

O domínio voltou ao ar em t = 18”.

Ok, #locaweb mandou bem.. Domínio no ar de novo. Só falta o char rodar no Chrome! ^^ Ponto pra vcs!” (t = 26”)

@gjapiassu Obrigado pelo feedback! Sobre o chat, pedimos desculpas pelo transtorno. #locaweb” (t = 30”)

Até veio, de uma amiga, o comentário: “@gjapiassu parece sonho… tá já sei, tem alguma pegadinha ai ne? Só pode O.o”

Sim, meu twitter é o @gjapiassu, pra quem não sabia. Só seguir se quiser. E não fico magoado, triste ou emo por pararem de me seguir.

Agora, se eu fosse brasileiro de verdade, eu nunca teria elogiado o serviço deles. Porque elogiar não faz parte do cotidiano das pessoas mais do que a gentileza.

Eles estavam apenas fazendo o trabalho deles? Sim, claro. Eles são pagos pra fazer isso? Também. Mas eles poderiam só trazer de volta o domínio assim que eu falei qual era, e pronto. Eles até pediram desculpas pelo chat não rodar no Chrome.

E sim, eu pretendia, mais tarde, abrir o IE pra falar com o suporte via chat, mas não dava pra fazer na hora. E eles vieram atrás de alguém que reclamou, ou seja, eles tem uma preocupação, se não com o usuário, pelo menos com a imagem, o que torna o serviço deles competente, diferente do que eu dei a entender no primeiro tweet.

Então sim, elogiei porque mereceram. Qualquer um deveria receber elogios quando merecido. E, por isso, fica aqui: o suporte da Locaweb, e sua capacidade de aproveitar o twitter para perceber problemas, está de parabéns!

 Posted by at 10:21
May 272011
 

Hoje me dei de cara com esta notícia, e resolvi escrever algo que quero há tempos.

Prisioneiros chineses obrigados a jogar online constantemente

Quem joga jogos online (os MMOGs) certamente viram os vendedores de “gold”. Pra quem não sabe, esse ouro é por conta da moeda virtual do jogo mais jogado (odeio escrever assim, mas tudo bem), o World of Warcraft. O jogo usa o sistema clássico de RPG com moedas de cobre, prata e ouro para o mundo dos negócios. Outros jogos utilizam outros nomes de moedas, mas a essencia é a mesma: uma moeda que existe naquele mundo, e lá apenas.

Como virtualmente em todos os jogos, você adquire o dinheiro jogando, comercializando itens, bens, mercadorias e cumprindo missões. E, claro, derrotando os monstros. Isso acontece em muitos jogos offline também. Mas, a maior diferença é que, nos MMOGs, você pode comercializar com outros jogadores.

Então, seu bonequinho vai lá, faz uma missão para o personagem do jogo, que paga a ele pela missão cumprida. Você vai até outro jogador, que fez uma armadura que te interessa, e compra dele com essa moeda que acabou de receber. Simples? Sim. É uma cópia do mundo real, de fato.

Existem teses de economia, psicologia e várias outras “ias” sobre este comércio e a forma que ele afeta as pesoas reais, não seus avatares digitais.

A questão é: e quando o dinheiro virtual se torna algo tão importante, que não importa como você o consegue, desde que você o consiga? Oras, é como na vida real: se você não consegue o dinheiro desejado de forma honesta e sua moral é duvidosa, você o faz de forma ilegal.

Na vida real a complicação é mais palpável: se você rouba, pode ir pra cadeia. Simples assim. No mundo virtual não é assim tão palpável. Você se utiliza de formas ilegais (pelas regras do jogo) para conseguir o seu dinheiro virtual, e fica com a sensação de impunidade. Afinal, o máximo que pode acontecer é você perder sua conta e pronto. Começa outra, vai jogar outro jogo (já que a empresa foi injusta em bloquear seu acesso ao jogo, certo?).

O que acontece então, como em qualquer atividade ilegal? Muitos fazem para enriquecer. No caso da notícia, obrigam pessoas a jogar para conquistar itens e dinheiro virtual e revender para jogadores que não querem se esforçar. Notou a diferença do mundo real? Eu não notei.

É a mesma coisa! Você não consegue de um jeito correto, parte pro incorreto. Simples assim. Então aquele “gold” todo que você comprou por poucos dólares, que te deram uma certa vantagem no jogo, foi “conquistado” de alguma forma. As mais comuns:

  • gold farming (que está na notícia)
  • compra de contas prontas (geralmente essas usadas para gold farming)
  • uso de bots (programas que jogam por você)
  • compra de serviço de power levelling (contrata alguém pra jogar por você)

Agora, vamos ver que legal: várias pessoas tiveram suas contas “hackeadas”, ou seja, alguém tomou conta do login e senha da conta de jogo dele. A maioria dessas pessoas esteve envolvida com algum desses meios ilícitos. (não estou inventando, estou usando meu conhecimento de ter trabalhado em uma empresa de jogos online, ok?)

O cara vai lá, compra uma conta pronta e, alguns meses depois, esta conta é “hackeada”. Oras, a conta nem era dele! Ou então vai e contrata uma empresa de power levelling. Pra isso acontecer, vc tem que entregar login e senha pra tal empresa. Programas de bot são, geralmente, rechados de keyloggers. Notaram o padrão aqui?

Gente, aprendam a valorizar seu esforço, e aprendam a se esforçar para o que querem! Eu não tenho ainda a montaria que eu quero no World of Warcraft, porque eu não tenho dinheiro no jogo pra isso. Vou comprar com dinheiro real? Não, obrigado. Prefiro pagar para poder jogar.

Vale lembrar que, o que separa um “comprador de gold” para um “ladrão” é o risco envolvido. Por isso que no Brasil tem tanta gente que age de má-fé: o risco de ser pego e ter que pagar pelos atos é pequeno.

Bom, minha consciência está tão limpa quanto minhas contas de jogo. E a sua?

 Posted by at 10:31